quinta-feira, outubro 3, 2024
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Nova geração do Honda City será mostrada no fim de novembro

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city


Depois da apresentação da nova geração do Honda Fit no Salão de Tóquio, o sedã City também deverá ganhar novidades. O novo carro deverá ser mostrado no próximo dia 25 de novembro. Segundo a Honda, a quinta geração do City terá desenho esportivo e luxuoso, bem como uma cabine mais espaçosa.

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Sob o capô, o modelo deverá ter um novo motor 1.0 turbo com cerca de 120 cv. O propulsor será conectado a um câmbio manual de seis marchas ou a um automático CVT. Além dele, um 1.5 mais moderno, com tecnologia semi-híbrida também deverá equipar o novo City.

É pouco provável que o sedã ganhe a motorização híbrida do Fit. Em alguns mercados, como a Índia, o City deverá ter também uma versão atualizada do 1.5 diesel que equipa o modelo. O motor atual tem 100 cv e 21 mkgf.

A nova geração do City deverá continuar restrita a mercados emergentes da Ásia, Oriente Médio e América do Sul, como o Brasil.

Por dentro, o sedã poderá seguir o estlio minimalista do Fit, com painel virtual e mais tecnologia.

Fit

A chegada da nova geração do hatch com estilo de monovolume ao Brasil deverá ocorrer no segundo semestre de 2020. A previsão é de que ele seja produzido na fábrica da Honda em Itirapina, no interior de São Paulo.

O novo Honda Fit será o primeiro carro compacto da marca com sistema híbrido. O motor elétrico deverá ser combinado a um 1.5 – mesmo conjunto do Insight.

Para o Brasil, não é pequena a possibilidade de a marca adotar uma versão híbrida para o novo Honda Fit.

Isso porque as montadoras estão passando a investir nessa solução sustentável para o mercado nacional. O primeiro híbrido brasileiro, Toyota Corolla, chegou no mês passado.

Volvo apresenta XC40 Recharge, seu primeiro carro 100% elétrico – Primeiro Plano

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Volvo apresenta XC40 Recharge, seu primeiro carro 100% elétrico - Primeiro Plano


A Volvo sempre foi conhecida por sua obsessão pela segurança de seus automóveis. Ela foi pioneira com o cinto de segurança, assim como sistemas de proteção a pedestres. Agora a nova meta da Volvo é proteger o planeta. Ela acaba de lançar a versão elétrica do SUV XC40, que marca o início da corrida da eletrificação da marca. 

Ele é o primeiro modelo 100% elétrico da casa sueca, que pretende chegar a 50% de sua produção em 2025 com modelos que dispensam os motores a combustão, ou térmicos (que é o novo termo da moda). 

Atualmente a Volvo já oferece opções híbridas de modelos como XC60 e XC90, com opção de recargas de baterias por alimentação externa. A meta faz parte do plano da fabricante em reduzir em 40% a emissão de carbono de suas operações até 2025 e ser totalmente nula em emissões até 2040.

O carro
O XC40 Recharge é equipado com um conjunto que combina dois motores (um para cada eixo) e um conjunto de baterias montados em uma gaiola de alumínio sobre o assoalho. As duas unidades garantem potência na casa dos 408 cv, o que faz do jipinho um 4×4 extremamente valente, já que toda força estará disponível para as rodas a todo momento.

Segundo a Volvo, a autonomia do modelo é de 400 quilômetros e pode ter até 80% das baterias recarregadas em apenas 40 minutos, num módulo de carregamento rápido.

Visual
Para identificar o XC40 Recharge das demais versões é preciso olho clínico. A única diferença visível é a ausência da grade do radiador. Por dentro o carro teve o quadro de instrumentos ajustado para as leituras de autonomia e demais instrumentação necessária para um elétrico.

No Brasil
O XC40 Recharge foi confirmado para chegar ao Brasil. A Volvo irá lançá-lo em 2021. Mas antes disso a marca irá colocar no mercado a versão híbrida plug-in, que deverá chegar no primeiro trimestre do ano que vem.

Assista também!



Diário dos Campos | Preço ainda limita venda de carros elétricos no Brasil

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Diário dos Campos | Preço ainda limita venda de carros elétricos no Brasil


Por Cleide Silva

Nos últimos meses houve no Brasil uma sequência de lançamentos de veículos elétricos e híbridos e de instalação de postos de recarga de energia, movimento visto como aviso das fabricantes de que o País não ficará de fora da onda de eletrificação que ocorre mundo afora. Os preços dos modelos, porém, ainda limitam as vendas e a participação desse segmento no mercado deve seguir restrita por um bom tempo.

Em setembro chegou às lojas o Corolla híbrido flex fabricado em Indaiatuba (SP) – primeiro modelo no mundo que pode usar etanol para gerar a energia da bateria elétrica – e a JAC Motors anunciou a importação de cinco veículos elétricos da China, dos quais apenas um já está à venda, o iEV 40, por R$ 153,9 mil. Os demais chegarão a partir de janeiro.

No mês seguinte, a Volkswagen e a companhia de energia EDP anunciaram a instalação de 30 postos de recarga rápida que, somados a outros pontos já existentes, vão cobrir 2,5 mil quilômetros de rodovias que interligam as capitais São Paulo, Rio, Vitória, Curitiba e Florianópolis. A Honda, por sua vez, confirmou que trará o Accord híbrido para o mercado brasileiro, provavelmente no próximo ano.

No início deste mês foi a vez de a General Motors iniciar a pré-venda do elétrico Bolt, importado dos EUA, a R$ 175 mil, com entregas para o começo de 2020. Na sequência, a Volkswagen apresentou o Golf GTE híbrido plug in (que pode ser carregado na tomada), já à venda por R$ 200 mil.

Na última quarta-feira, 13, a Volvo informou que, em parceria com várias empresas, vai instalar quase 300 pontos de recarga ao longo dos próximos anos. Eles se somarão aos 81 que a marca já espalhou por vários Estados desde o fim do ano passado. Calcula-se que atualmente existam cerca de 250 a 270 postos no País, e há outros anúncios de abertura de novas unidades.

Nicho

Apesar do esforço por parte das montadoras e das companhias energéticas, o presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, ressalta que os preços dos modelos 100% elétricos à venda no País (entre R$ 154 mil e R$ 450 mil), correspondem a uma faixa de consumo de no máximo 10% do mercado total de veículos.

“Não acredito que todos os compradores de diferentes tipos de veículos a combustão nessa faixa de preço irão migrar para elétricos e híbridos no curto prazo”, afirma Cardamone. Para ele, modelos com essa tecnologia continuarão sendo um nicho restrito de mercado e seguirão sendo importados, pois não há previsão de se chegar a uma escala de vendas que justifique a produção local.

Já os modelos híbridos, com um motor a combustão e outro elétrico, tendem a ter melhor performance no mercado brasileiro, principalmente aqueles que custam entre R$ 125 mil e R$ 180 mil. Entre eles, o Corolla nacional, que já tem fila de espera entre 30 e 90 dias, dependendo da versão. O preço parte de R$ 125 mil

Pesquisa anual do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) identificou que, em 2018, havia 11 mil carros elétricos e híbridos rodando pelo País, o que representava apenas 0,025% do total da frota brasileira. Neste ano, até outubro, foram vendidos 7,43 mil modelos com essas tecnologias, ante 3,97 mil em todo o ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Pelos cálculos da Bright, em 2025 a participação dos modelos eletrificados no Brasil será de 4,4% e, em 2030, de 9,3%. Cardamone lembra que, em outros países, como EUA e Alemanha, incentivos para a compra de elétricos chegam a US$ 7,5 mil (cerca de R$ 31 mil). No Brasil, os benefícios são isenção de Imposto de Importação, redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, em alguns municípios, como São Paulo, isenção de IPVA e de rodízio.

O consultor também ressalta que “os benefícios em termos de emissão de gás carbônico de um veículo elétrico no Brasil, quando comparado a um híbrido a etanol, é muito menor que nos mercados desenvolvidos”, quando se leva em conta as emissões geradas desde a produção da energia (muitas vezes de fontes não renováveis) até o que sai do escapamento do carro.

Ofensiva

“Estamos começando a introduzir modelos eletrificados no Brasil com o Golf GTE, mas temos uma ofensiva grande para os próximos anos”, diz Antonio Megale, diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil. Nos próximos cinco anos chegarão ao País seis modelos 100% elétricos. Empresas do grupo alemão, a Porsche trará ao País seu primeiro elétrico, o Taycan 4S no próximo ano, e a Audi trará o e-tron até maio.

Com oferta de veículos híbridos desde 2014, a BMW vendeu no mercado brasileiro 300 modelos com essa tecnologia até 2018 e, neste ano, vai ultrapassar esse volume acumulado. “A tendência para 2020 é crescer ainda mais”, diz Gleide Souza, diretora da empresa no País.

A montadora alemã já instalou 150 pontos de abastecimento em parceria com a EDP e outras empresas, incluindo os seis nos dois lados da Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio. Gleide reconhece que o Brasil não tem condições de oferecer incentivos financeiros para a compra desses modelos. Acredita, contudo, que o consumidor precisa de mais motivação para migrar para as novas tecnologias e sugere, por exemplo, a isenção de pedágios. Os modelos híbridos do grupo à venda atualmente – i3, i8, Série 5, Série 7 e Countryman custam entre R$ 206 mil (i3 BEV) e R$ 711 mil (i8 Roadster). As informações são do jornal O Estado de S Paulo.



Preço ainda limita venda de carros elétricos

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Toyota Mira idosos com 1º carro 100% elétrico


Nos últimos meses houve no Brasil uma sequência de lançamentos de veículos elétricos e híbridos e de instalação de postos de recarga de energia, movimento visto como aviso das fabricantes de que o País não ficará de fora da onda de eletrificação que ocorre mundo afora. Os preços dos modelos, porém, ainda limitam as vendas e a participação desse segmento no mercado deve seguir restrita por um bom tempo.

Em setembro chegou às lojas o Corolla híbrido flex fabricado em Indaiatuba (SP) – primeiro modelo no mundo que pode usar etanol para gerar a energia da bateria elétrica – e a JAC Motors anunciou a importação de cinco veículos elétricos da China, dos quais apenas um já está à venda, o iEV 40, por R$ 153,9 mil. Os demais chegarão a partir de janeiro.

No mês seguinte, a Volkswagen e a companhia de energia EDP anunciaram a instalação de 30 postos de recarga rápida que, somados a outros pontos já existentes, vão cobrir 2,5 mil quilômetros de rodovias que interligam as capitais São Paulo, Rio, Vitória, Curitiba e Florianópolis. A Honda, por sua vez, confirmou que trará o Accord híbrido para o mercado brasileiro, provavelmente no próximo ano.

No início deste mês foi a vez de a General Motors iniciar a pré-venda do elétrico Bolt, importado dos EUA, a R$ 175 mil, com entregas para o começo de 2020. Na sequência, a Volkswagen apresentou o Golf GTE híbrido plug in (que pode ser carregado na tomada), já à venda por R$ 200 mil.

Na última quarta-feira, 13, a Volvo informou que, em parceria com várias empresas, vai instalar quase 300 pontos de recarga ao longo dos próximos anos. Eles se somarão aos 81 que a marca já espalhou por vários Estados desde o fim do ano passado. Calcula-se que atualmente existam cerca de 250 a 270 postos no País, e há outros anúncios de abertura de novas unidades.

Nicho

Apesar do esforço por parte das montadoras e das companhias energéticas, o presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, ressalta que os preços dos modelos 100% elétricos à venda no País (entre R$ 154 mil e R$ 450 mil), correspondem a uma faixa de consumo de no máximo 10% do mercado total de veículos.

“Não acredito que todos os compradores de diferentes tipos de veículos a combustão nessa faixa de preço irão migrar para elétricos e híbridos no curto prazo”, afirma Cardamone. Para ele, modelos com essa tecnologia continuarão sendo um nicho restrito de mercado e seguirão sendo importados, pois não há previsão de se chegar a uma escala de vendas que justifique a produção local.

Já os modelos híbridos, com um motor a combustão e outro elétrico, tendem a ter melhor performance no mercado brasileiro, principalmente aqueles que custam entre R$ 125 mil e R$ 180 mil. Entre eles, o Corolla nacional, que já tem fila de espera entre 30 e 90 dias, dependendo da versão. O preço parte de R$ 125 mil.

Pesquisa anual do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) identificou que, em 2018, havia 11 mil carros elétricos e híbridos rodando pelo País, o que representava apenas 0,025% do total da frota brasileira. Neste ano, até outubro, foram vendidos 7,43 mil modelos com essas tecnologias, ante 3,97 mil em todo o ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Pelos cálculos da Bright, em 2025 a participação dos modelos eletrificados no Brasil será de 4,4% e, em 2030, de 9,3%. Cardamone lembra que, em outros países, como EUA e Alemanha, incentivos para a compra de elétricos chegam a US$ 7,5 mil (cerca de R$ 31 mil). No Brasil, os benefícios são isenção de Imposto de Importação, redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, em alguns municípios, como São Paulo, isenção de IPVA e de rodízio.

O consultor também ressalta que “os benefícios em termos de emissão de gás carbônico de um veículo elétrico no Brasil, quando comparado a um híbrido a etanol, é muito menor que nos mercados desenvolvidos”, quando se leva em conta as emissões geradas desde a produção da energia (muitas vezes de fontes não renováveis) até o que sai do escapamento do carro.

Ofensiva

“Estamos começando a introduzir modelos eletrificados no Brasil com o Golf GTE, mas temos uma ofensiva grande para os próximos anos”, diz Antonio Megale, diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil. Nos próximos cinco anos chegarão ao País seis modelos 100% elétricos. Empresas do grupo alemão, a Porsche trará ao País seu primeiro elétrico, o Taycan 4S no próximo ano, e a Audi trará o e-tron até maio.

Com oferta de veículos híbridos desde 2014, a BMW vendeu no mercado brasileiro 300 modelos com essa tecnologia até 2018 e, neste ano, vai ultrapassar esse volume acumulado. “A tendência para 2020 é crescer ainda mais”, diz Gleide Souza, diretora da empresa no País.

A montadora alemã já instalou 150 pontos de abastecimento em parceria com a EDP e outras empresas, incluindo os seis nos dois lados da Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio. Gleide reconhece que o Brasil não tem condições de oferecer incentivos financeiros para a compra desses modelos. Acredita, contudo, que o consumidor precisa de mais motivação para migrar para as novas tecnologias e sugere, por exemplo, a isenção de pedágios. Os modelos híbridos do grupo à venda atualmente – i3, i8, Série 5, Série 7 e Countryman custam entre R$ 206 mil (i3 BEV) e R$ 711 mil (i8 Roadster). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Corolla Hybrid traz mais renovação do que precisava para seguir líder

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Corolla Hybrid traz mais renovação do que precisava para seguir líder


Líder disparado de vendas no segmento dos sedãs médios no Brasil, o Corolla nem precisava mudar tanto para manter seu sucesso. Em teoria sim, mas na prática, o sedã da Toyota passou por uma renovação tão profunda em sua décima segunda geração que certamente vai deixar seus concorrentes diretos ainda mais distantes.

O primeiro destaque é a propulsão híbrida e que lhe garante agora o título de primeiro carro híbrido flex do mundo. Equipado com um motor 1.8 flex e outros dois elétricos, consegue oferecer médias de consumo dignas de carro 1.0.

Depois, graças a sua nova e moderna plataforma, cresceu e ganhou mais tecnologia, com direito a recursos de direção semi-autônoma e importantes equipamentos com foco na segurança.

Veja a análise completa da Auto+ no vídeo acima.

Elétrico japonês, Aspark Owl tem 2.012 cv e aceleração mais rápida do mundo

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Elétrico japonês, Aspark Owl tem 2.012 cv e aceleração mais rápida do mundo


A japonesa Aspark mostrou a versão final de seu misterioso supercarro elétrico, o Owl. O modelo vinha sendo desenvolvido desde 2017 e foi finalmente revelado por completo. O Owl tem nada menos do que 2.012 cv que levam o modelo de 0 a 100 km/h em impressionantes 1,7 segundo. O marco faz do Owl o carro de aceleração mais rápida do mundo.

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Segundo a empresa, serão apenas 50 unidades produzidas com o preço astronômico de 2,9 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões. A velocidade máxima chega a 400 km/h e a autonomia a 450 quilômetros. Além do desempenho assombroso, o Owl também é um dos carros de produção mais baixos do mundo, com somente 99 centímetros de altura.

O visual é atraente, com linhas fluidas e limpas. A Aspark instalou câmeras no lugar dos espelhos externos para melhorar a aerodinâmica. As janelas laterais ganharam um recorte para que uma seção possa ser aberta. E na traseira, uma enorme asa é controlada eletronicamente e se ergue a 150 km/h para dar mais estabilidade ao modelo.

Owl tem cabine diferente

A cabine é moderna, mas o que chama mais atenção é a posição dos bancos. Motorista e passageiros vão quase deitados, com os quadris abaixo dos joelhos. Tudo por conta da altura reduzida da carroceria. Há amenidades como ar-condicionado, central multimídia com GPS e partida por botão.

As baterias têm 1.300 kW e precisam de 80 minutos para uma recarga completa a 44 kW. Apesar da origem japonesa, o Owl será produzido em Turim, na Itália. A Manufattura Automobili Torino será responsável pela montagem.

Preço ainda limita venda de carros elétricos

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Preço ainda limita venda de carros elétricos


Nos últimos meses houve no Brasil uma sequência de lançamentos de veículos elétricos e híbridos e de instalação de postos de recarga de energia, movimento visto como aviso das fabricantes de que o País não ficará de fora da onda de eletrificação que ocorre mundo afora. Os preços dos modelos, porém, ainda limitam as vendas e a participação desse segmento no mercado deve seguir restrita por um bom tempo.

Em setembro chegou às lojas o Corolla híbrido flex fabricado em Indaiatuba (SP) – primeiro modelo no mundo que pode usar etanol para gerar a energia da bateria elétrica – e a JAC Motors anunciou a importação de cinco veículos elétricos da China, dos quais apenas um já está à venda, o iEV 40, por R$ 153,9 mil. Os demais chegarão a partir de janeiro.

No mês seguinte, a Volkswagen e a companhia de energia EDP anunciaram a instalação de 30 postos de recarga rápida que, somados a outros pontos já existentes, vão cobrir 2,5 mil quilômetros de rodovias que interligam as capitais São Paulo, Rio, Vitória, Curitiba e Florianópolis. A Honda, por sua vez, confirmou que trará o Accord híbrido para o mercado brasileiro, provavelmente no próximo ano.

No início deste mês foi a vez de a General Motors iniciar a pré-venda do elétrico Bolt, importado dos EUA, a R$ 175 mil, com entregas para o começo de 2020. Na sequência, a Volkswagen apresentou o Golf GTE híbrido plug in (que pode ser carregado na tomada), já à venda por R$ 200 mil.

Na última quarta-feira, 13, a Volvo informou que, em parceria com várias empresas, vai instalar quase 300 pontos de recarga ao longo dos próximos anos. Eles se somarão aos 81 que a marca já espalhou por vários Estados desde o fim do ano passado. Calcula-se que atualmente existam cerca de 250 a 270 postos no País, e há outros anúncios de abertura de novas unidades.

Nicho

Apesar do esforço por parte das montadoras e das companhias energéticas, o presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, ressalta que os preços dos modelos 100% elétricos à venda no País (entre R$ 154 mil e R$ 450 mil), correspondem a uma faixa de consumo de no máximo 10% do mercado total de veículos.

“Não acredito que todos os compradores de diferentes tipos de veículos a combustão nessa faixa de preço irão migrar para elétricos e híbridos no curto prazo”, afirma Cardamone. Para ele, modelos com essa tecnologia continuarão sendo um nicho restrito de mercado e seguirão sendo importados, pois não há previsão de se chegar a uma escala de vendas que justifique a produção local.

Já os modelos híbridos, com um motor a combustão e outro elétrico, tendem a ter melhor performance no mercado brasileiro, principalmente aqueles que custam entre R$ 125 mil e R$ 180 mil. Entre eles, o Corolla nacional, que já tem fila de espera entre 30 e 90 dias, dependendo da versão. O preço parte de R$ 125 mil.

Pesquisa anual do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) identificou que, em 2018, havia 11 mil carros elétricos e híbridos rodando pelo País, o que representava apenas 0,025% do total da frota brasileira. Neste ano, até outubro, foram vendidos 7,43 mil modelos com essas tecnologias, ante 3,97 mil em todo o ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Pelos cálculos da Bright, em 2025 a participação dos modelos eletrificados no Brasil será de 4,4% e, em 2030, de 9,3%. Cardamone lembra que, em outros países, como EUA e Alemanha, incentivos para a compra de elétricos chegam a US$ 7,5 mil (cerca de R$ 31 mil). No Brasil, os benefícios são isenção de Imposto de Importação, redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, em alguns municípios, como São Paulo, isenção de IPVA e de rodízio.

O consultor também ressalta que “os benefícios em termos de emissão de gás carbônico de um veículo elétrico no Brasil, quando comparado a um híbrido a etanol, é muito menor que nos mercados desenvolvidos”, quando se leva em conta as emissões geradas desde a produção da energia (muitas vezes de fontes não renováveis) até o que sai do escapamento do carro.

Ofensiva

“Estamos começando a introduzir modelos eletrificados no Brasil com o Golf GTE, mas temos uma ofensiva grande para os próximos anos”, diz Antonio Megale, diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil. Nos próximos cinco anos chegarão ao País seis modelos 100% elétricos. Empresas do grupo alemão, a Porsche trará ao País seu primeiro elétrico, o Taycan 4S no próximo ano, e a Audi trará o e-tron até maio.

Com oferta de veículos híbridos desde 2014, a BMW vendeu no mercado brasileiro 300 modelos com essa tecnologia até 2018 e, neste ano, vai ultrapassar esse volume acumulado. “A tendência para 2020 é crescer ainda mais”, diz Gleide Souza, diretora da empresa no País.

A montadora alemã já instalou 150 pontos de abastecimento em parceria com a EDP e outras empresas, incluindo os seis nos dois lados da Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio. Gleide reconhece que o Brasil não tem condições de oferecer incentivos financeiros para a compra desses modelos. Acredita, contudo, que o consumidor precisa de mais motivação para migrar para as novas tecnologias e sugere, por exemplo, a isenção de pedágios. Os modelos híbridos do grupo à venda atualmente – i3, i8, Série 5, Série 7 e Countryman custam entre R$ 206 mil (i3 BEV) e R$ 711 mil (i8 Roadster). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Flagra: Ford EcoSport de nova geração surge usando Ka “bombado” como mula

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Flagra: Ford EcoSport de nova geração surge usando Ka “bombado” como mula


Terceira geração do SUV compacto faz parte de ofensiva da marca para voltar a crescer no país. Planos incluem outros três utilitários

Mula com carroceria do Ka serve para o desenvolvimento do novo EcoSport

Mula com carroceria do Ka serve para o desenvolvimento do novo EcoSport (Fernando Calza/Quatro Rodas)

O estágio do desenvolvimento da nova geração do Ford EcoSport está avançando.

O leitor Fernando Calza fotografou uma das mulas de teste do SUV compacto circulando na rodovia que dá acesso à pista de testes da Ford em Tatuí (SP).

“Mulas” são protótipos que utilizam a carroceria de outros carros adaptadas às dimensões (pelo menos comprimento e largura) do veículo novo.

Trata-se da primeira aparição da terceira geração do modelo no país. O protótipo flagrado usa a carroceria do Ka, mas tem altura maior e bitolas consideravelmente mais altas e largas.

E usar o Ford Ka nesta função faz todo o sentido. O projeto BX755, que dará origem ao novo EcoSport, está sendo tocado usando a mesma plataforma B2E da geração atual do modelo e também do Ka.

Painel do Ford Puma europeu já exibe o quadro de instrumentos digital que estará no EcoSport

Painel do Ford Puma europeu já exibe o quadro de instrumentos digital que estará no EcoSport (Divulgação/Ford)

Contudo, como já está definido desde o início do projeto que o estepe ficará dentro do carro, é mais fácil usar o Ka como mula. O aumento do entre-eixos e a redução da altura total do modelo são outras das premissas do projeto.

O objetivo é aumentar o espaço interno e garantir linhas mais dinâmicas ao SUV compacto. E não ter estepe pendurado na traseira ajuda nessa missão.

Por dentro, uma das novidades será o quadro de instrumentos digital, como o do Puma europeu.

Tanto o Ka como o EcoSport são fabricados em Camaçari (BA), complexo que está responsável pela nova geração do EcoSport. O lançamento está previsto para 2021, já como linha 2022.

O Territory terá motor turbo flex e câmbio CVT no Brasil

O Territory terá motor turbo flex e câmbio CVT no Brasil (Divulgação/Ford)

Até lá, a Ford terá outros SUVs na loja. O primeiro na fila de lançamento é o Territory, que chegará importado da China no ano que vem com motor 1.5 turbo de origem Mitsubishi convertido para flex.

“Baby Bronco” foi revelado a acionistas da Ford

“Baby Bronco” foi revelado a acionistas da Ford (Divulgação/Ford)

Outro que também está na fila é o “baby-Bronco”, também conhecido como “Maverick”, “Bronco Sport” e “Bronco Adventurer”.

Trata-se de um SUV médio com design inspirado na nova geração do Bronco. Seus principais motores serão os 1.5 e 2.0 EcoBoost.

Versão híbrida do Escape tem 202 cv

Versão híbrida do Escape tem 202 cv (Divulgação/Ford)

O terceiro é o Escape, SUV braseado na plataforma do Focus, que chegará ao Brasil apenas em versão híbrida. Ela já foi apresentada, mas só começará a ser vendida nos Estados Unidos nos próximos meses.

Une o motor 2.5 de ciclo Atkinson a gasolina (como o do Fusion Hybrid) com dois motores elétricos, resultando em potência combinada de 202 cv.

 

Com os planos da Ford para encerrar a produção do Fusion em 2021, o Escape poderá se tornar seu principal híbrido no Brasil.

Fotografou um segredo? Mande seu flagra para nós: 55 11 99975-9245.

Caros, veículos elétricos só devem chegar a 10% dos brasileiros – 16/11/2019

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Caros, veículos elétricos só devem chegar a 10% dos brasileiros - 16/11/2019


Nos últimos meses houve no Brasil uma sequência de lançamentos de veículos elétricos e híbridos e de instalação de postos de recarga de energia, movimento visto como aviso das fabricantes de que o País não ficará de fora da onda de eletrificação que ocorre mundo afora. Os preços dos modelos, porém, ainda limitam as vendas e a participação desse segmento no mercado deve seguir restrita por um bom tempo.

Em setembro chegou às lojas o Corolla híbrido flex fabricado em Indaiatuba (SP) – primeiro modelo no mundo que pode usar etanol para gerar a energia da bateria elétrica – e a JAC Motors anunciou a importação de cinco veículos elétricos da China, dos quais apenas um já está à venda, o iEV 40, por R$ 153,9 mil. Os demais chegarão a partir de janeiro.

No mês seguinte, a Volkswagen e a companhia de energia EDP anunciaram a instalação de 30 postos de recarga rápida que, somados a outros pontos já existentes, vão cobrir 2,5 mil quilômetros de rodovias que interligam as capitais São Paulo, Rio, Vitória, Curitiba e Florianópolis. A Honda, por sua vez, confirmou que trará o Accord híbrido para o mercado brasileiro, provavelmente no próximo ano.

No início deste mês foi a vez de a General Motors iniciar a pré-venda do elétrico Bolt, importado dos EUA, a R$ 175 mil, com entregas para o começo de 2020. Na sequência, a Volkswagen apresentou o Golf GTE híbrido plug in (que pode ser carregado na tomada), já à venda por R$ 200 mil.

Na última quarta-feira, 13, a Volvo informou que, em parceria com várias empresas, vai instalar quase 300 pontos de recarga ao longo dos próximos anos. Eles se somarão aos 81 que a marca já espalhou por vários Estados desde o fim do ano passado. Calcula-se que atualmente existam cerca de 250 a 270 postos no País, e há outros anúncios de abertura de novas unidades.

Nicho

Apesar do esforço por parte das montadoras e das companhias energéticas, o presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, ressalta que os preços dos modelos 100% elétricos à venda no País (entre R$ 154 mil e R$ 450 mil), correspondem a uma faixa de consumo de no máximo 10% do mercado total de veículos.

“Não acredito que todos os compradores de diferentes tipos de veículos a combustão nessa faixa de preço irão migrar para elétricos e híbridos no curto prazo”, afirma Cardamone. Para ele, modelos com essa tecnologia continuarão sendo um nicho restrito de mercado e seguirão sendo importados, pois não há previsão de se chegar a uma escala de vendas que justifique a produção local.

Já os modelos híbridos com um motor a combustão e outro elétrico, tendem a ter melhor performance no mercado brasileiro, principalmente aqueles que custam entre R$ 125 mil e R$ 180 mil. Entre eles, o Corolla nacional, que já tem fila de espera entre 30 e 90 dias, dependendo da versão. O preço parte de R$ 125 mil.

Impostos encarecem carros elétricos no Brasil

Band Notí­cias

Pesquisa anual do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) identificou que, em 2018, havia 11 mil carros elétricos e híbridos rodando pelo País, o que representava apenas 0,025% do total da frota brasileira. Neste ano, até outubro, foram vendidos 7,43 mil modelos com essas tecnologias, ante 3,97 mil em todo o ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Pelos cálculos da Bright, em 2025 a participação dos modelos eletrificados no Brasil será de 4,4% e, em 2030, de 9,3%. Cardamone lembra que, em outros países, como EUA e Alemanha, incentivos para a compra de elétricos chegam a US$ 7,5 mil (cerca de R$ 31 mil). No Brasil, os benefícios são isenção de Imposto de Importação, redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, em alguns municípios, como São Paulo, isenção de IPVA e de rodízio.

O consultzr também ressalta que “os benefícios em termos de emissão de gás carbônico de um veículo elétrico no Brasil, quando comparado a um híbrido a etanol, é muito menor que nos mercados desenvolvidos”, quando se leva em conta as emissões geradas desde a produção da energia (muitas vezes de fontes não renováveis) até o que sai do escapamento do carro.

Ofensiva

“Estamos começando a introduzir modelos eletrificados no Brasil com o Golf GTE, mas temos uma ofensiva grande para os próximos anos”, diz Antonio Megale, diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil. Nos próximos cinco anos chegarão ao País seis modelos 100% elétricos. Empresas do grupo alemão, a Porsche trará ao País seu primeiro elétrico, o Taycan 4S no próximo ano, e a Audi trará o e-tron até maio.

Com oferta de veículos híbridos desde 2014, a BMW vendeu no mercado brasileiro 300 modelos com essa tecnologia até 2018 e, neste ano, vai ultrapassar esse volume acumulado. “A tendência para 2020 é crescer ainda mais”, diz Gleide Souza, diretora da empresa no País.

A montadora alemã já instalou 150 pontos de abastecimento em parceria com a EDP e outras empresas, incluindo os seis nos dois lados da Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio. Gleide reconhece que o Brasil não tem condições de oferecer incentivos financeiros para a compra desses modelos. Acredita, contudo, que o consumidor precisa de mais motivação para migrar para as novas tecnologias e sugere, por exemplo, a isenção de pedágios. Os modelos híbridos do grupo à venda atualmente – i3, i8, Série 5, Série 7 e Countryman custam entre R$ 206 mil (i3 BEV) e R$ 711 mil (i8 Roadster).

O carro elétrico mais rápido do mundo?

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Aspark Owl: O carro elétrico mais poderoso do mundo?


Tem curiosidade em saber qual o carro mais rápido dos 0 aos 100? Então tem de conhecer o Aspark Owl. Este carro foi desvendado no Salão de Frankfurt de 2017 e vai chegar em breve ao mercado.

O veículo tem mais de 2.000 CV e dos 0 aos 100 demora apenas 1,69 segundos! Que potência e que elegância!!!

Aspark Owl: O carro elétrico mais poderoso do mundo?

Aspark Owl – Dos 0 aos 100 em apenas 1,69 segundos

O hiperdesportivo elétrico Aspark Owl da empresa japonesa Aspark é o sonho de qualquer um que gosta de velocidades. Este carro tem um chassi de carbono que pesa apenas 120 kg e quatro motores elétricos. A velocidade máxima é de 450 km/h (ciclo NEDC) e o pack de baterias tem capacidade 64 kWh. A autonomia ronda os 450 quilómetros.

Aspark Owl: O carro elétrico mais poderoso do mundo?

Além de todo o poder, esta carro tem também um design fabuloso como se pode comprovar pelas imagens! As dimensões desta super máquina são 4,79 m de comprimento, 1,94 m de largura e 99 cm de altura.

Aspark Owl: O carro elétrico mais poderoso do mundo?

E o preço? Como é natural, este carro não será para todas as carteiras. Primeiro só serão fabricadas 50 unidades e, segundo as informações, 15 já estão vendidos. Quem quiser um carro destes terá de desembolsar 2,9 milhões de euros. Só em 2020 é que começarão a ser entregues as primeiras unidades.

Aspark Owl: O carro elétrico mais poderoso do mundo?

Por agora este parece ser o mais poderoso dos elétricos batendo, por exemplo, o Lotus Evija. É verdade que, tendo em conta o preço, não está acessível a todos, mas há que dar valor a toda a potência e elegância.

Aspark Owl



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