quarta-feira, setembro 25, 2024
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Nissan Ariya: primeiro SUV elétrico é maior que o Kicks e antecipa o novo design da marca – AUTO ESPORTE

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Nissan Arya (Foto: Ulisses Cavalcante/Autoesporte)




Volkswagen firma parceria para rede de recarga ultrarrápida no Brasil

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Volkswagen firma parceria para rede de recarga ultrarrápida no Brasil


Volkswagen firma parceria para rede de recarga ultrarrápida no Brasil

Projeto com EDP, Audi e Porsche é um passo importante para infraestrutura da eletrificação


A Volkswagen, juntamente com Audi e Porsche, empresas que fazem parte do Grupo Volkswagen, firmaram hoje (22/10) uma parceria estratégica com a EDP, empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, destinada à instalação de 30 novas estações de recarga de veículos elétricos no estado de São Paulo. O projeto vai conectar um total de 64 pontos de carregamento que interligam os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Espírito Santo e Santa Catarina, formando um corredor de abastecimento de automóveis híbridos e elétricos com mais de 2.500 quilômetros de extensão.

“A marca Volkswagen é líder em eletrificação em âmbito mundial. Na Região América Latina vamos lançar seis carros elétricos e híbridos até 2023. O primeiro deles é o Golf GTE, híbrido plug-in que chega ao mercado brasileiro em novembro. Sabemos que o principal desafio hoje é o ecossistema completo para a eletrificação. O sucesso desta estratégia depende de uma ampla infraestrutura de carregamento para oferecer um serviço de qualidade para o consumidor. É necessária uma visão 360º, com o envolvimento de todas as partes interessadas, como Governo, iniciativa privada, sociedade e entidades para que tenhamos políticas estratégicas e regulamentadas para fomentar investimentos na eletrificação no Brasil”, explica Pablo Di Si, Presidente e CEO da Volkswagen América Latina. “A parceria que estamos anunciando hoje é pioneira e destaca-se como um marco na eletrificação do nosso País, sendo um passo importante na construção de uma estrutura abrangente de estações de carregamento de veículos híbridos e elétricos no Brasil. Tenho a convicção de que este projeto contribuirá bastante para elevar a confiança do consumidor na compra de um automóvel híbrido ou elétrico nos próximos anos.”

A marca Volkswagen está investindo 9 bilhões de euros, entre 2018 e 2023, em mobilidade elétrica. O investimento inclui o desenvolvimento da família ID., produzida a partir da plataforma MEB (Arquitetura Modular de Propulsão Elétrica), criada especialmente para fabricar veículos 100% elétricos. O primeiro integrante da família, o novo ID.3, foi apresentado em setembro no Salão Internacional de Frankfurt, na Alemanha, e chega ao mercado europeu em 2020, com expectativa inicial de vendas de 150 mil unidades. Em 2025, a meta da marca Volkswagen é atingir comercializar 1 milhão de carros elétricos por ano em 2025.

Rede de eletropostos de recarga ultrarrápida

Aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o tema Mobilidade Elétrica Eficiente, o empreendimento, que terá investimento de R$ 32,9 milhões, é o primeiro e maior projeto de instalação de carregadores ultrarrápidos (150kw e 350kw) da América do Sul. A implementação da rede será iniciada ainda em 2019 e as primeiras inaugurações estão programadas para 2020, com a conclusão da implementação da rede em três anos.

Volkswagen, Audi e Porsche realizam os testes com os seus veículos para homologação da infraestrutura de recarga. As empresas Electric Mobility, ABB e Siemens serão as fornecedoras de soluções de recarga.

Os novos eletropostos colocarão a EDP na liderança em postos de carregamento ultrarrápido no Brasil – capazes de reabastecer 80% da bateria de um carro entre 25 e 30 minutos. Serão 29 postos de 150kW e um posto de 350 kW, e mais 30 equipamentos de 22kW (AC). Assim, cada ponto de recarga terá uma estação ultrarrápida e uma semirrápida.

As novas estações de recarga estarão posicionadas a uma distância máxima de 150 quilômetros, garantindo total autonomia aos motoristas de veículos elétricos. Elas serão instaladas nas rodovias Tamoios, Imigrantes, Carvalho Pinto, Governador Mário Covas, Dom Pedro, Washington Luís e Régis Bittencourt.

“A EDP acredita que a oferta de infraestrutura adequada e de soluções inovadoras é fundamental para a expansão sustentável da mobilidade elétrica no Brasil. Com a criação desta nova rede de eletropostos cobrindo todo o estado de São Paulo e conectando os principais corredores elétricos do País, a EDP se posiciona mais uma vez de forma pioneira para liderar a transição para uma economia de baixo carbono”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

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Primeiro Volvo 100% elétrico

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Primeiro Volvo 100% elétrico


A marca sueca Volvo, pioneira de tantas soluções em seus veículos, demorou um pouco para ter seu modelo 100% elétrico. Mas a espera veio com um algo a mais: além da alta potência e torque e ótima autonomia, o XC40 Recharge traz novidades em espaço e conectividade.

O lançamento do XC40 Recharge (sobrenome que será adotado em todos os seus elétricos ou híbridos) marca um momento na história da Volvo, decidida a lançar um novo modelo 100% elétrico a cada ano nos próximos cinco anos. Quando chegar a 2025, a Volvo quer que metade de suas vendas seja de elétricos e a outra metade, de híbridos.

Com vendas na Europa em 2020, e no ano seguinte no Brasil, o XC40 Recharge é bem mais “esperto” que seu similar a gasolina vendido por aqui: possui dois motores com potência combinada de 413 cv e 67 mkgf de torque. Acelera da imobilidade aos 100 km/h em 4,9 segundos e atinge máxima de 180 km/h. Outro dado importante é sua autonomia: a Volvo promete que ele percorre 400 km e suas baterias recarregam 80% de sua capacidade em 40 minutos em um aparelho de carga rápida.

Diferenças

A Volvo tentou preservar ao máximo as características do XC40 para o Recharge, mas é inevitável sublinhar suas diferenças. Entre elas, um espaço extra de 30 litros no compartimento do motor chamado de frunk (junção de front, ou dianteiro em inglês, com trunk, de porta-malas), onde cabe uma mala.

Para manter a tradição da segurança, seus engenheiros reprojetaram e reforçaram a estrutura frontal por causa da ausência de um motor maior. Outra estrutura de segurança foi construída para proteger ocupantes da bateria, em caso de colisão.

A Volvo ainda aproveita esse lançamento para introduzir novas tecnologias de segurança ativa. Este é o primeiro modelo da marca equipado com a nova plataforma Advanced Driver Assistance Systems (Adas), que possui um conjunto de radares, câmeras e sensores ultrassônicos. Ela ainda servirá de base para a introdução da tecnologia de condução autônoma.

O design bem resolvido do XC40 acompanha o modelo elétrico, com algumas mudanças. Por exemplo, sem a necessidade de grade para refrigeração e escapamento, sua frente e traseira ganham identidade própria. A grade, aliás, serve para agregar os novos sensores.

Oito cores exteriores, em que se inclui a nova opção sage-green metallic, combinam com o teto em preto. Estão também disponíveis duas novas opções de roda de 19 e de 20 polegadas.

Google

Antes mesmo de ser apresentado, a Volvo já anunciava que teria novidades em seu sistema de infoentretetimento. Em parceria com a Google e utilizando o sistema Android, o sistema multimídia do XC40 Recharge oferece, por exemplo, atualizações em tempo real de serviços como Google Maps, Google Assistant e aplicativos automotivos.

É o primeiro carro da marca a receber atualizações de software e sistema operacional na nuvem. Outros recursos incluem comando por voz para ajustes do som e ar-condicionado. Henrik Green, diretor de tecnologia da Volvo Cars, resume: “Estamos oferecendo aos clientes a mesma experiência em seu carro que eles têm no telefone, mas adaptada para interação segura enquanto dirige”, disse.

Eletrificação

Os eletrificados respondem por 22% do total das vendas da Volvo no Brasil. Em 2020, a meta é 40% de participação, apoiada pelo lançamento de novas versões, como o XC40 Plug-in Hybrid, previsto para o primeiro trimestre.

No Brasil, a frota de elétricos e híbridos é calculada em 15 mil unidades. As vendas somaram 3.900 unidades em 2018, representando 0,16% do total de veículos. Esse volume todo do ano passado já é o que foi emplacado de janeiro a agosto de 2019. Estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério das Minas e Energia (MME), projetam 180 mil carros eletrificados em 2030, quando o mercado total deverá vender internamente cerca de cinco milhões de veículos, ou seja, eles representariam 3,5% desse volume.

Dados do PlugShare, aplicativo que encontra estações de recarga no país, indicam que há por volta de 200 pontos públicos e mais 200 pagos, espalhados no Brasil, mas insuficientes para atender à frota. Na Bahia, por exemplo, são apenas três, em Salvador. Ainda assim, é um mercado promissor.



Nissan fecha mais uma parceria para carro elétrico sem bateria

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Protótipo de carro elétrico da Nissan dispensa bateria


Acordo é com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da USP (IPEN); Unicamp já era parceira da Nissan no desenvolvimento do ‘fuel cell’ a etanol

Que tal um carro elétrico sem baterias e que roda 600 km com 30 litros de etanol? A Nissan já tem um protótipo sendo desenvolvido pela Unicamp, que estuda novas possibilidades para a produção do etanol.

E vai estabelecer nos próximos dias, outra parceria – desta vez com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) para viabilizar uma célula a combustível (fuel cell) que funcione com etanol ao invés de hidrogênio.

A japonesa é a primeira empresa  a desenvolver um protótipo de um carro elétrico que funciona através de energia elétrica de bioetanol. O Brasil é peça chave para o desenvolvimento e estudos de viabilidade do projeto pois já conta com uma rede de distribuição do etanol.

Primeiros testes de abastecimento e utilização no dia a dia foram realizado no Brasil entre 2016 e 2017 pela equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Nissan do Brasil. Agora, o projeto deste tipo de carro elétrico está em desenvolvimento no Japão com colaboração da engenharia da empresa no Brasil.

Além disso, em abril deste ano, a empresa assinou um contrato com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para pesquisar o uso do biocombustível como uma opção para a mobilidade elétrica.

A tecnologia da fuel cell já é utilizada por veículos comercializados pela Toyota, Honda e Hyundai, porém alimentados por hidrogênio de produção, armazenamento e distribuição complexas. A solução de se substituir o hidrogênio por etanol resulta num motor igualmente limpo e altamente eficiente.

Protótipo de carro elétrico da Nissan dispensa bateria
Protótipo de carro elétrico da Nissan dispensa bateria

Como funciona 100% com etanol ou água misturada ao derivado da cana, suas emissões de carbono-neutro são tão limpas quanto a atmosfera, se inserindo como parte do ciclo natural do carbono.

Além disso, a célula de combustível e-Bio oferece a aceleração viva e condução silenciosa de um carro elétrico, juntamente com baixos custos de manutenção, ao mesmo tempo em que possui a autonomia superior a de um veículo movido a combustível fóssil.

O protótipo com célula de combustível e-Bio é abastecido 100% com etanol para carregar uma bateria de 24 kWh que permite autonomia de mais de 600 km.

Combustíveis bioetanol são provenientes, principalmente, da cana de açúcar e do milho. Eles estão disponíveis em países da América do Norte e do Sul, que dispõem de infraestrutura já estabelecida.

Devido à fácil disponibilidade de etanol e da baixa combustibilidade de água misturada ao etanol, o sistema não é dependente ou restringido pela infraestrutura de carregamento existente, o que o torna mais fácil para atender o mercado.

Elétrico puro está longe das linhas locais de montagem | Empresas

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Elétrico puro está longe das linhas locais de montagem | Empresas


A indústria brasileira está, ainda, muito distante de começar a fabricar carros totalmente elétricos. O presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, calcula que a produção local só será economicamente viável quando as vendas desse tipo de veículo chegarem a pelo menos 5% do mercado total. De janeiro a setembro deste ano, a soma de elétricos e híbridos alcançou 0,3% das vendas de carros no país. Mas isso não o desanima. Para Silva, para manter-se viva no Brasil, a indústria precisa seguir, mesmo que a passos mais curtos, a trilha da eletrificação, que hoje define o desenvolvimento das próximas gerações de veículos no mundo.

“A indústria automobilística ainda depende da produção doméstica. Se quer oferecer novas tecnologias o caminho é fabricar localmente ou pagar altos impostos na importação. O que não podemos é sucatear a indústria brasileira”, afirma. Mas, para isso, é preciso criar a demanda. Preços ainda elevados das baterias, que encarecem o carro, e a falta de infraestrutura costumam ser apontados como principais entraves.

A falta de investimentos para criar redes para carregamento de baterias não pode ser tratada como desculpa, segundo o responsável pela área de vendas da Nissan na América Latina, Ricardo Flammini. “A infraestrutura no Brasil e na Argentina está longe da perfeição, mas queremos começar a participar desse novo mundo. Senão, vamos ficar naquela história do ovo e da galinha. Ou seja, não vamos desenvolver o carro elétrico porque não temos infraestrutura ou não vamos investir em infraestrutura porque os volumes de vendas desse tipo de carro ainda são baixos?”, destaca.

A boa notícia, no entanto, é que novas tecnologias têm sido desenvolvidas para que modelos elétricos não dependam de tomadas e carregadores e, consequentemente, do desenvolvimento de infraestrutura pública.

A principal aposta nesse sentido são os veículos com motores elétricos movidos a célula de hidrogênio. Todas as montadoras asiáticas têm projetos nesse sentido. E os problemas de riscos de armazenamento do produto químico mais a necessidade de criação de uma nova infraestrutura de abastecimento já começam a ser superados.

Há três anos, a Nissan acompanha e testa trabalho de pesquisa da Unicamp que permite extrair a célula de hidrogênio do etanol brasileiro, o que elimina a necessidade de o carro carregar um tanque de hidrogênio. Nos próximos dias, a montadora vai fechar um acordo com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), da Universidade de São Paulo, que avança nesse sentido. Segundo Motohisa Kamijo, responsável por esse estudo na Nissan, a parceria com a área acadêmica brasileira servirá para o desenvolvimento de novos veículos em todo o mundo.

A Unicamp tem trabalhado no desenvolvimento de novo tipo de cana de açúcar, de tamanho menor, que permite o plantio em áreas também menores. Isso aumenta a eficiência. Já o trabalho do IPEN reduz ainda mais etapas em relação ao processo convencional porque elimina a necessidade de uma peça (chamada de reformador) na retirada de hidrogênio do etanol. “Eles têm um sistema único”, afirma Kamijo. Ele e integrantes de sua equipe viajam ao Brasil pelo menos duas vezes por ano para acompanhar o trabalho desses centros de pesquisa.

No salão do automóvel de Tóquio, que será aberto ao público na sexta-feira, as montadoras também apresentam novas gerações de automóveis híbridos, nos quais o motor a combustão serve apenas para fazer o elétrico funcionar, sem participação no sistema de tração. Isso reduz ainda mais o consumo.

Embora positiva na busca de alternativas, toda essa tecnologia parece deixar o consumidor brasileiro cada vez mais distante da nova era dos automóveis. No Brasil, os problemas ainda são outros. “Tenho clientes esperando a próxima reunião do condomínio para pedir autorização para instalar o equipamento de recarga do Leaf na garagem”, afirma Silva, referindo-se ao modelo 100% elétrico, lançado no Brasil em julho ao preço de R$ 195 mil, incluindo o equipamento de recarga rápida. Segundo o executivo, a Nissan tem trabalhado com governos municipais brasileiros para que o uso de carros elétricos seja uma questão prevista em planos diretores.

Toyota e Honda preferiram apostar inicialmente nos carros híbridos e somente agora entram no mercado dos 100% elétricos. Ambas optaram por começar nesse segmento com modelos ultracompactos. E, nos dois casos, as vendas começarão no Japão no próximo ano.

O charmoso e-Honda, apresentado à imprensa ontem no salão de Tóquio, leva quatro passageiros em espaço apertado. Mas traz outras inovações tecnológicas, como câmeras no lugar dos espelhos retrovisores. O BEV, da Toyota, é ainda menor, para duas pessoas.

Segundo o chefe de engenharia de produto da Honda, Kohei Hitomi, a demora para entrar nesse mercado foi estratégica. “Pesquisamos que tipo de veículo as outras montadoras não haviam lançado porque buscávamos uma identidade exclusiva para um modelo Honda, mais voltado para as cidades”, afirma.

Ao ser perguntado qual sistema acha melhor – híbrido ou elétrico – Hitomi diz: “depende do mercado”. Ele lembra que a China, por exemplo, tem um programa de estímulo ao uso de elétricos pela preocupação com a poluição do ar. E quanto ao Brasil, um mercado para o qual a montadora ainda não dedicou nenhum projeto de eletromobilidade? “O Brasil é um caso especial. Não vejo o desenvolvimento imediato”.

A repórter viajou a convite da Anfavea

Lexus apresenta modelo futurista de carro autnomo eltrico

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Lexus apresenta modelo futurista de carro autnomo eltrico


Empresa mostrou seu prottipo do LF-30 Electric no Salo do Automvel, em Tquio

A Lexus apresentou ontem (23) seu primeiro prottipo de carro eltrico, o LF-30 Electric Concept, no Salo do Automvel de Tquio. A empresa apostou no tema futurista, que fica evidente pelo design do carro “sem capuz”, com teto de vidro e portas asas de gaivota (que abrem para cima).

No interior, a Lexus colocou tecnologia de controle por gestos e informaes sobre o veculo, que aparecem em realidade aumentada. Alm disso, os assentos frontais so como da primeira classe de um avio e os traseiros tem algo chamado “tecnologia muscular artificial”, que molda o passageiro.

Quando se trata de dirigir, os usurios tero a opo do modo autnomo e, para manter o nvel de viso do motorista, o sistema ajustar o torque de cada roda, o que possvel pois cada uma possui um motor eltrico. Tambm h outras vantagens, como o Lexus Airporter, um drone que leva sua mala da porta de sua casa at o porta-malas do carro.

O LF-30 usa carregamento sem fio, e sua inteligncia artificial pode sincronizar o carregamento de acordo com sua programao diria, alm de reconhecer a voz do motorista e ajustar o carro conforme suas preferncias.

A Lexus tambm planeja lanar seu primeiro veculo eltrico a bateria no prximo ms e j est trabalhando em um carro hbrido. At 2025, a empresa quer oferecer verses eltricas de todos seus carros.

Via: Engadget

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Honda revela Jazz no Salão de Tóquio através do modelo caseiro Fit

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Honda revela Jazz no Salão de Tóquio através do modelo caseiro Fit


Para a casa japonesa, a quarta geração do Jazz eleva a fasquia no que toca ao conforto e prazer de condução.

No mercado europeu, o Jazz só terá motorização híbrida, a mesma que é utilizada no CR-V, mas com a natural adaptação a um carro mais pequeno. É o primeiro a incorporar a marca “e-Technology” que será introduzida em todos os modelos da Honda. Adicionalmente, a Honda criou a versão Crosstar, um Jazz de calças arregaçadas (maior distância ao solo) e cavas das rodas protegidas. 

O novo Jazz tem uma filosofia de estilo minimalista que será a base para os próximos modelos da casa japonesa, seguindo os conceitos de funcionalidade e estética estreados no Honda e. O pilar A tem metade da largura do anterior, destacando uma forte rigidez toirsional e uma nova tecnologia estrutural, que movem a tensão dos impactos em direção aos pilares da carroçaria.

Para lá do sistema e-HEV híbrido, também a tecnologia intuitiva foi melhorada com melhor conectividade sem fios. Tem um novo interface, ecrã é sensível ao toque e apresenta uma disposição igual à de um telefone, não dispensando os sistemas Android Auto e Apple Car Play. Além disso, o interior do Jazz continua confortável e espaçoso. Há novos bancos à frente, uma ampla consola central e um desenho agradável. Os bancos traseiros mantiveram os bancos mágicos e a tecnologia Sensing, com a instalação de uma nova câmara, o sistema Collision Mitigation Brake System (CMBS) está agora pronto para utilização noturna. O sistema de câmara lenta ajuda o cruise control adaptativo a funcionar e também funciona bem com o Lane Keep Assist. O novo Jazz estará à venda no trimestre de 2020 e, como referimos, será o primeiro a ser, exclusivamente, híbrido naquela que será uma realidade nos modelos Honda no futuro. Segundo a casa japonesa, “antes de chegar a eletrificação total, a aplicação do sistema i-MMD será alargada a toda a gama com a introdução nos segmentos inferiores.” Nessa medida, segundo foi dado a conhecer em Tóquio, o próximo modelo será o novo Accord que será lançado no Japão em fevereiro de 2020, seguindo-se o CIvic em 2021 e o HR-V

Em conferência de imprensa, Takahiro Hachigo, o CEO da Honda, anunciou que todos os Honda eletrificados vão ser comercializados debaixo da submarca e:Technology. Já os modelos com sistema híbrido serão conhecidos por e:HEV. Tudo isto acontecerá porque a Honda necessita de cumprir com as metas de emissões em 2021, para evitar pesadas multas se não ficarem abaixo das 95 gr/km de CO2. E como referiu Tom Gardner, o vice presidente da Honda na Europa, o Velho Continente lidera neste particular dos limites de emissões. “O ritmo de mudanças da regulação, o mercado e o comportamento do consumidor europeu, significa que a mudança rumo à eletrificação está a acontecer mais depressa na Europa que em qualquer outra região” referiu Gardner. Entretanto, uma subsidiária da Honda, a Energy Management rubricou um contrato com o fornecedor de energia europeu Vattenfall, aquele que a Honda reclama ser o primeiro contrato de energia flexível especificamente feito para carregar veículos elétricos de clientes europeus. Finalmente, a Honda confirmou que um carregador bidirecional que permite carregar as baterias e entregar potência elétrica à rede.

Ensaios: consulte os testes aos novos carros feitos pelos jornalistas do Auto+ (Clique AQUI)

Fichas Auto+: consulte as informações técnicas de todos os modelos à venda em Portugal (Clique AQUI)

Pesquisa: procure todos os modelos que pretende através do motor de Pesquisa Auto+ (Clique AQUI)



Nissan mostra solução brasileira no Japão

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Toyota Mira idosos com 1º carro 100% elétrico


Em evento em que carros elétricos são a principal atração, a Nissan anunciou nesta quarta-feira, 23, em Tóquio, no Japão, que um projeto iniciado no Brasil pode ser uma nova alternativa global para o futuro dos chamados carros verdes. O uso do etanol de segunda geração para produzir a energia de veículos movidos a célula de combustível já é visto como “comercialmente viável” pelo presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, embora ainda sejam necessários vários testes para confirmar sua viabilidade.

Em parceria com universidades brasileiras e engenheiros da empresa no Brasil, Estados Unidos, China e Japão, a Nissan descobriu que pode usar o etanol extraído de cana geneticamente modificada para gerar o hidrogênio da célula de combustível. “Com isso, podemos reduzir o tamanho da bateria e aumentar sua eficiência, dispensar o reformador (equipamento que provoca a reação química necessária para gerar eletricidade) e, assim, reduzir custos”, diz.

A empresa iniciou em 2016 os estudos no Brasil para usar o etanol nas células de combustível, tecnologia que praticamente elimina toda a emissão de poluentes. Agora, em sua segunda fase de testes em conjunto com a Universidade de Campinas (Unicamp) e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), ligado à USP, o projeto começa a se mostrar viável comercialmente e, segundo Silva, poderá ser adotado de forma global. “Não é um projeto só do Brasil.”

Os testes até agora foram feitos em uma van da Nissan, a NV200, e o próximo passo será em automóveis, informa Motohisa Kanijo, engenheiro que lidera o projeto. “Acredito que esta seria a melhor solução econômica (para o carro a célula de combustível).”

Segundo ele, serão necessários mais cinco anos de estudos para chegar ao ponto de teste da tecnologia em automóveis. A solução, além de mais barata, dispensaria a necessidade de infraestrutura de abastecimento de hidrogênio em postos, pois todo o processo de geração de energia ocorreria dentro da célula de combustível.

Como os projetos da indústria automobilística para reduzir emissões de poluentes envolvem diferentes tipos de tecnologias, a Nissan apresenta no Salão do Automóvel de Tóquio o protótipo Ariya, o primeiro utilitário esportivo (SUV) elétrico da marca que em breve chegará ao mercado.

A Honda também mostra seu primeiro automóvel 100% elétrico, o Honda-e, que será produzido no Japão a partir de 2020, assim como scooters também movidas a eletricidade.

Economia

Outra novidade da Honda é a nova geração do Fit, que chega ao Japão em versões híbrida e a gasolina. O Fit é o único modelo da mostra que virá para o Brasil, em data ainda não revelada. “Isso ocorrerá no momento certo”, limita-se a dizer o presidente mundial do grupo, Takahiro Hachigo. As apostas são de que o novo modelo chegue ao País em 2021, na versão flex.

O executivo afirma ser “uma preocupação” para o grupo o fato de a economia brasileira não estar crescendo. Por outro lado, ele espera que a melhora nas vendas de automóveis “continue por um longo tempo”.

Tradicionalmente, um evento para mostrar tecnologias futuristas, o salão de Tóquio deste ano está mais voltado às tecnologias de combustíveis limpos e a maioria dos expositores apresenta produtos nessa linha, seja carro elétrico, híbrido e a célula de combustível.

Veículos autônomos, vedetes do salão anterior, em 2017, estão nos estandes, mas sem o mesmo destaque dos elétricos. “Os autônomos começarão a chegar para usos específicos, mas ainda estão longe do dia a dia do consumidor, enquanto os elétricos já são uma realidade”, justifica Silva.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Governo vai lançar este ano concurso para a rede de carregadores rápidos – O Jornal Económico

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João Pedro Matos Fernandes quer mais incentivos para os portugueses comparem carros elétricos. O ministro do Ambiente defende que “o país tem que investir mais dois mil milhões de euros do que seria expectável em cada ano” para Portugal ser neutro em carbono até 2050″, noticia a rádio “TSF” esta quinta-feira.

“Deste valor aproximadamente 90% corresponde ao investimento das famílias, já que é necessário substituir quase cinco milhões de veículos movidos a combustíveis fósseis”, disse o ministro durante a cimeira Mobi Summit.

João Pedro Matos Fernandes assume que a entrada em cena dos carros elétricos “é uma transição que merece ser apoiada e tem de ser apoiada”, e salienta ser “normal que estando em causa o superior bem público que é a descarbonização do país que o Estado ajude e apoie fiscalmente, com incentivos, essa mesma transição”.

O ministro do Ambiente destaca ainda que dos “10, 12% ou 15% de investimento público em prol da descarbonização a maior fatia está nos transportes”, sendo que o “investimento que tem de ser feito na ferrovia no país todo e nas áreas metropolitanas, no transporte urbano e metropolitano de Lisboa e Porto.

Carregadores Mobi.e vão ter nova concessão

Na mesma entrevista, João Pedro Matos Fernandes aproveitou também para anunciar que o Governo tem “preparado para breve, ainda este ano, o lançamento da concessão de todos os carregadores da Mobi.e associados à rede de carregamento rápido”.

Na edição de 2018 do Portugal Mobi Summit, o ministro do Ambiente já havia dado conta do início do pagamento dos carregamentos nos postos rápidos a partir de 1 de novembro de 2018. Em abril deste ano passaram também a ser suportados pelos utilizadores os carregamentos nos postos da rede Mobi.e que se encontram em espaços privados, como são os casos dos parques de estacionamento de grande dimensão.



Porsche Taycan: faísca na autobahn

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Porsche Taycan: faísca na autobahn


O que faz a Porsche ser a Porsche? Um mito é construído por um conjunto de feitos e histórias, contados e recontados por gerações. Foi a bordo de um 550 Spyder que James Dean, provavelmente o primeiro influencer em tempos analógicos, morreu em alta velocidade em 1955. Nenhuma outra máquina venceu tantas vezes as 24 Horas de Le Mans, a mais incensada das provas automobilísticas. Foram 18 conquistas. Qual foi o primeiro carro adaptado às ruas capaz de passar dos 300 quilômetros por hora? Resposta: o 959 coupé, de 1987.

Por essas e outras façanhas se fez tanto alvoroço quando a marca alemã anunciou seu carro elétrico. A iniciativa desagradou aos puristas, apaixonados pelo clássico motor boxer de seis cilindros, mas colocou a marca na vanguarda da mobilidade. O Taycan, esse é o nome do bólido, foi apresentado em setembro, em três eventos simultâneos, na Alemanha, na China e nos Estados Unidos, os maiores mercados da marca, com transmissão ao vivo. No mês seguinte, estávamos entre as primeiras pessoas que tiveram o privilégio de testar o carro.

A jornada de testes começou em Oslo, na Noruega, durou 18 dias e cruzou nove países. Jornalistas de diferentes nacionalidades revezaram-se entre os trechos. Participamos da última etapa, a mais longa, com 800 quilômetros de extensão, percorridos em dois dias. Saímos de Berlim, dormimos na cidade de Hof e terminamos o périplo em Stuttgart. Não haveria melhor lugar para testar o primeiro Porsche elétrico do que a Alemanha, por uma série de motivos.

A primeira razão é o fato de a Alemanha ser o berço da Porsche. Mais especificamente, a fábrica de Zuffenhausen, inaugurada em 1937 em Stuttgart, onde nosso test-drive terminou. Devolvemos, assim, os carros ao local de onde haviam saído. A manufatura do Taycan fica colada à linha de montagem do 911, provavelmente o modelo mais admirado da Porsche, produzido desde 1963. Futuro e tradição nascem ali, lado a lado.

O Taycan é resultado das mais de sete décadas de história. A começar pelo design. O primeiro carro elétrico da marca não poderia parecer um SUV como o Cayenne, campeão de vendas, porém rejeitado pelos fãs do 911. Um Porsche pode ser elétrico, segundo os engenheiros da marca. Mas precisa ser Porsche. A saída foi um meio-termo. O Taycan é classificado como sports limousine, mas seu apelo esportivo é inegável. O teto cai em direção à traseira, os paralamas parecem sair das laterais, os afilados faróis da frente se destacam. Uma aparência condizente com o desempenho. Na versão Turbo S, os dois motores elétricos, nos eixos dianteiro e traseiro, geram uma potência de 761 cv e fazem o carro ir de 0 a 100 quilômetros por hora em 2,8 segundos. Na versão Turbo, os números são pouco inferiores: 680 cv e 3,2 segundos de 0 a 100. Como assim, turbo? Um motor elétrico não tem turbocompressor. A Porsche explica: adotou o termo apenas para indicar o alto desempenho.

A Alemanha é também o país das autobahns, as afamadas estradas sem limite de velocidade. Nada mais adequado, portanto, para testar a potência de um projétil como o Taycan. Os modos de condução variam do Range, econômico, ao Sport, mais agressivo. Uma vez na estrada, decido pelo Sport Plus. Nessa opção, os alto-falantes instalados em volta do carro são acionados e o ruído do motor, gravado nas oficinas, é ampliado. Nas retas e nas curvas, percebo que acelerar é um vício. No início, dirigir a 190 por hora causa desconforto. O estômago parece subir, as costas colam no banco. Depois você quer mais. Pisar fundo sem causar emissão de poluentes tira qualquer sentimento de culpa. É como comer um Schnitzel, tradicional bife à milanesa local, achando que não engorda.

A Alemanha, país da Porsche e das autobahns, é também uma das nações  mais comprometidas com o ambiente, o que torna o teste de um carro elétrico por lá ainda mais emblemático. O movimento ecologista alemão surgiu nos anos 70. O Partido Verde local foi um dos primeiros a ganhar espaço num Parlamento nacional europeu, em 1983. Neste ano, foi o segundo partido alemão mais votado nas eleições europeias. Dois anos atrás, a Alemanha foi a primeira nação a planejar o fim dos automóveis a combustão. Até 2030, todos os automóveis que circularem por lá deverão ser movidos a energias renováveis.

Nos dois dias de teste do Taycan passamos por diversos parques eólicos. O percurso alternou trechos de autobahn com estradas vicinais por vilas. Naquelas ruas estreitas, acionei o modo de condução Range, que economiza bateria, mas limita a velocidade a 150 quilômetros por hora. Rodando lentamente, foi possível apreciar o acabamento. Os bancos são revestidos de Race-Tex, tecido de poliés-ter reciclado. A cobertura do assoalho usa uma fibra reaproveitada de redes de pesca.

Sobre o painel, quem dá as horas é um cronógrafo analógico, redondo, lembrança da herança da marca. Bem mais tecnológicas são as telas de controle espalhadas pelo carro: um quadro de 16,6 polegadas na frente do motorista, uma tela central de 10,9 polegadas, outra igual para o passageiro e uma menor, de 5,9 polegadas, no banco traseiro. Comandos como navegação, mídia e telefone são acionados pelo sistema de voz. Outra inovação são as saídas sem aletas do ar-condicionado. A direção do vento é feita pelo toque nas telas.

A autonomia do Taycan é considerável: de 412 quilômetros na versão turbo S e de 450 na turbo. A recarga acontecia nas paradas para o almoço em um dos postos da rede Ionity, uma parceria da Porsche com Audi, Daimler, BMW, Ford e Hyundai. Já há 150 estações da rede na Europa, e a meta é chegar a 400 até o fim do ano que vem. Uma carga custa 8 euros. Em 20 minutos, chega-se a 80% da capacidade da bateria.

Este é um desafio da Porsche e das demais montadoras que estão investindo em modelos elétricos no Brasil: o pequeno número de postos de recarga. Outro obstáculo é o preço do carro. O custo da bateria pesa nessa conta. No caso do Taycan, o valor deverá passar de 1 milhão de reais ao desembarcar por aqui, no segundo semestre de 2020. Há expectativa de que o modelo desperte desejo entre o público feminino, que corresponde a 12% dos clientes da marca. Um dado animador para a montadora é que metade dos interessados na compra na Europa são novos clientes.

Durante o percurso, perto da cidade de Chemnitz, no leste do país, cruzamos com um trator rebocando um Trabant, carro fabricado entre 1957 e 1991 na anti-ga Alemanha Oriental. O motor de dois tempos fazia o carro ir de 0 a 100 em intermináveis 21 segundos. A concentração de hidrocarbonetos resultante da combustão era pelo menos nove vezes a de um carro médio atual. Uma mistura de resina com fibras de lã formava a carroceria. Era, em resumo, o símbolo de um sistema falido. Difícil pensar em um automóvel mais distinto de um Porsche. Elétrico, bem entendido.


SUSTENTÁVEL ATÉ NO NOME

Com vocês, o XC40 Recharge, primeiro de uma série de carros elétricos da Volvo  | Chico Barbosa, de Los Angeles

desde que foi criada, lá em 1927, a volvo tem uma obsessão:  a segurança dos ocupantes e o bem-estar da população em geral. Seus automóveis entregam muito mais do que esses atributos, evidentemente, mas a tecnologia em favor da qualidade e da preservação da vida, dentro e fora do carro, é uma vantagem comparativa no desenvolvimento de produtos e nas estratégias de marketing.

Natural, portanto, que a marca sueca ingresse com as quatro rodas no politicamente correto segmento dos carros elétricos. Em uma ensolarada tarde de outubro, a Volvo reuniu a imprensa mundial num galpão cool nos arredores de Los Angeles para mostrar seu primeiro elétrico. O nome: XC40 Recharge.

XC 40 Recharge: o modelo chegará ao Brasil em 2021 | Divulgação

Sim, ele mesmo, o SUV compacto que já faz sucesso mundo afora rodando com combustível fóssil. Recharge será uma denominação dos modelos da Volvo com motor híbrido plug-in ou totalmente elétrico. E muitos terão. A previsão é que, nos próximos cinco anos, a Volvo Cars lance um modelo elétrico a cada ano. Até 2025, metade de seus automóveis atuará no segmento — os outros 50% serão híbridos.

O XC40 Recharge chegará ao Brasil em 2021. No visual, a mudança mais evidente está na frente, que teve a grade substituída por uma peça compacta. Sem o motor ali, que deu lugar a um porta-malas de 30 litros, as saídas e entradas de ar não são mais necessárias. O carro tem tração nas quatro rodas, autonomia de mais de 400 quilômetros e potência de 413 cavalos. A bateria carrega até 80% da capacidade em 40 minutos com um sistema de alimentação rápido. O preço? Ninguém diz ainda. Sem o motor, a estrutura frontal foi reforçada — para o caso de acidentes. Segue vivo, assim, o lema criado por Assar Gabrielsson e Gustav Larson: “Carros são dirigidos por pessoas. Portanto, tudo que fazemos envolve segurança”. 

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